Sim, é um cachorro-quente, mas as imagens das sandes d'atum esgotaram-se todas. O que interessa é que é uma sandes e pronto!
Pergunta do Sr. André Santos, vendedor ambulante: "Tendo por base a teoria do existencialismo de Nietzsche, porque é que ela existe?"
- Porque temos fome, ora! Que pergunta mais descabida...
Pergunta da D. Cristina Saldanha, empregada de mesa: "Segundo Kant e a teoria idealista, é preciso reduzir a realidade ao pensamento. Pensa que esta sandes serve para alguma coisa?"
- Serve pra comer! Que coisa...
Pergunta do Sr. António Formoso, talhante: "A sandes serve algum propósito político-partidário-económico-religioso?"
- Epá, sinceramente.... estamos a falar de uma sandes d'atum!
Pergunta da Dra. Andreia Barros, Inspectora da ASAE: "O atum desta sandes é de boa qualidade?"
- Tendo em conta a realidade socioeconómica que o país e o mundo atravessam, num estado de relativo sobressalto, pode-se depreender que a idiossincrasia do atum em causa é, por si, relativa e dependente de inúmeros factores ambientais, culturais e até afectivos, que nesta altura não nos permitem determinar se a espécie pode ser polarizada, seja como indulgente ou até como funesto.
terça-feira, 1 de abril de 2008
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