Preparação:
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Sandes d'atum com tinto
Preparação:
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Não é que ela seja quadrada...
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Sandes d'atum com abacate (sim, o fruto)
- 2 bolas (ou 4 fatias de pão de forma integral)
- 1 lata de atum em óleo
- 1 cebolinha
- 1 colher (sopa) de maionese
- 1 pêra-abacate madura
- 1 colher (sopa) de sumo de limão
- sal & pimenta
Preparação:
Escorrer muito bem o atum. Picar a cebolinha finamente. Reservar. Cortar a pêra-abacate em duas metades, removendo o caroço. Retirar delicadamente a polpa de uma das metades com a lámina de uma faca e cortá-la em fatias finas. Regar as fatias de abacate com o sumo de limão e reservar.Retirar também a polpa da outra metade de pêra-abacate e colocá-la numa tigela. Juntar o atum, a cebolinha picada, a maionese, sal e pimenta. Esmagar tudo levemente com o auxílio de um garfo, mexendo até obter uma pasta homogénea. Reservar o preparado no frigorífico. Abrir as bolas e torrá-las ligeiramente. Barrar a parte inferior dos pães com o preparado de atum e distribuir as fatias de abacate por cima. Fechar os pães e servir de seguida.
Agradecimento a: http://elvirabistrot.blogspot.com
sábado, 5 de abril de 2008
"Desculpe, só casais ou com cartão (do partido)!"
Ora como toda a gente sabe que amolgadela num carro de luxo é coisa que não existe, mais vale eliminar a própria sugestão do acontecimento, à partida.
Depois e ainda que não o tenham percebido, o facto do porteiro não os deixar entrar nessa grande discoteca laranja, alegando que não têm classe suficiente para ali estar ou que a entrada é só "para casais ou com cartão", acaba por ser uma vantagem: assim ninguém lhes pisa os pés na habitual dança das cadeiras, o que acaba por não levar à tradicional irritação, seguida dos habituais empurrões e palavreado em vernáculo habitual das favelas do Rio de Janeiro, que em última instância acaba no serviço de urgências do hospital mais distante (porque as urgências do mais próximo foram fechadas), onde dão entrada dois ou mais cavalheiros com um apêndice de vidro encorporado na caixa encefálica.Para além de que é sempre constrangedor o chamado "enxovalhanço" em público. Imagine-se o antigo coliseu de Roma repleto de nobres, escravos e demais populaça. No centro do "ringue", apenas um gladiador a quem são puxadas as orelhas pelo imperador:
-Então é assim que se enfrenta um leão, ó meu nabo? Andas aí aos berros que nem uma menina de 12 anos! Foi assim que te ensinei?! Toma lá um calduço e vê mas é se afinas com voz de Barry White para chamar o bicho!
Ora, perante uma plateia de alguns milhares de pessoas, torna-se desconfortável para todos terem que assistir a uma cena deste tipo. Tanto para o mero espectador, como para o imperador e mais ainda para o enxovalhado gladiador. Às tantas até o leão se sente mal por não ter um adversário à altura...
Sendo assim, os jornalistas vêm salvaguardada a sua integridade física e moral, bem como aquela parte interior da orelha chamada tímpano. É certo que a comunidade fica privada de uns momentos de boa disposição, mas para isso também já existem canais temáticos.
Como diriam os americanos na sua infinita sabedoria empresarial, é uma situação "win-win". É só vantagens para todos!
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Receita: Sandes d'atum e maçã (!)

O gosto é de cada um... se ela existe é porque alguém a come. Fica aqui a invulgar receita...
Ingredientes:
1 lata pequena de atum
1 colher de sopa de azeite de oliva
1 pitada de pimenta branca
1 maçã
1 colher de sopa de vinagre de vinho branco
4 folhas de alface crespa
1 pão ciabatta médio
Sal a gosto

Modo de Preparação:
Coloque numa tigela o atum, o azeite de oliva, a pimenta e o sal. Mexa vigorosamente com uma colher até obter uma mistura homogénea. Reserve. Lave a maçã, seque-a, corte em fatias finas e coloque-as noutra tigela. Regue-as com o vinagre e reserve. Lave as folhas de alface, seque-as com toalha de papel. Reserve. Abra o ciabatta no sentido horizontal. Numa das metades, disponha as folhas de alface e as maçãs. Espalhe a pasta de atum e feche a sandes.
(E as reservas?!)
terça-feira, 1 de abril de 2008
Levem-nos para o pátio!
Mais recentemente, quando no corredor da escola o Tóino exige o dinheiro do almoço ao Zézinho, rematando a transacção com um "calduço" ou um simples pontapé na canela, o Zézinho espera calmamente pelo recreio, onde a determinada altura ele e todos os seus 38 primos ciganos saltam em cima do Tóino como se de um trampolim olímpico se tratasse. E tudo fica por ali...
Quando muito, um ou outro pai/mãe são motivados a ir à escola pelo olho negro do filho, que diz que o arranjou a fazer uma composição sobre as férias. Mas como a Lei Escolar e o Código de Honra entre alunos proíbe a chamada "queixinha", os culpados nunca são encontrados e tudo acaba em bem.
Ora quando uma professora subtrai o telemóvel a uma aluna em plena sala de aulas por alegado uso indevido do aparelho, em falta de concordância com o acto, a coisa devia ser resolvida no recreio. Acabe-se por ali a aula e toca a reunir no habitual "ringue da discórdia". Dado que as regras de combate não permitem a utilização de instrumentos de tortura ou sequer armas de fogo (a arma branca está lentamente a ser introduzida nos regulamentos), à partida, as condições são as mesmas para as duas concorrentes. Lutem! Esganem-se! Puxem os cabelos! Façam um festival da arroxada! Mas no final respeitem as regras e quem vencer leva o famigerado celular.A vida é tão simples se nós deixarmos...
** Sim, eu sei que o homem e o dinossauro não são contemporâneos, mas permitam-me o salto temporal para motivos de ilustração mental.
O primeiro ingrediente
Pergunta do Sr. André Santos, vendedor ambulante: "Tendo por base a teoria do existencialismo de Nietzsche, porque é que ela existe?"
- Porque temos fome, ora! Que pergunta mais descabida...
Pergunta da D. Cristina Saldanha, empregada de mesa: "Segundo Kant e a teoria idealista, é preciso reduzir a realidade ao pensamento. Pensa que esta sandes serve para alguma coisa?"
- Serve pra comer! Que coisa...
Pergunta do Sr. António Formoso, talhante: "A sandes serve algum propósito político-partidário-económico-religioso?"
- Epá, sinceramente.... estamos a falar de uma sandes d'atum!
Pergunta da Dra. Andreia Barros, Inspectora da ASAE: "O atum desta sandes é de boa qualidade?"
- Tendo em conta a realidade socioeconómica que o país e o mundo atravessam, num estado de relativo sobressalto, pode-se depreender que a idiossincrasia do atum em causa é, por si, relativa e dependente de inúmeros factores ambientais, culturais e até afectivos, que nesta altura não nos permitem determinar se a espécie pode ser polarizada, seja como indulgente ou até como funesto.


